terça-feira, 29 de dezembro de 2015

Melhores TMJ 2015: O melhor roteiro do Chico Bento Moço


Estreando o Melhores TMJ 2015, hoje venho com o melhor roteiro do Chico Bento Moço! Estão disputando os dez deste ano: 18 a 27! =D

segunda-feira, 28 de dezembro de 2015

Preview da TMJ #89 - Sangue Fresco

Sabe aquele momento em que você sente que vai infelizmente odiar uma edição que tem provavelmente um roteiro ÓTIMO só por causa de um casal?

Achei que nunca ia passar por isso, mas pelo jeito vai ser a primeira vez (e tô até sentindo uma vergonha por causa disso #prontofalei). Mas, começando pelo começo...

(só uma coisa: se você torcer pra Cagali, peço que, se encontrar algo que possa ser uma ofensa, ignore, pois não é a minha intenção com esse texto, ok?)

Hoje (28), foi lançado o preview da TMJ 89 - Sangue Fresco, com roteiro de Petra Leão. A primeira coisa que eu fui ver foi a sinopse da TMJ 90, mas vou deixar isso pra depois, porque primeiro eu quero comentar sobre a história de "Sangue Fresco", mesmo.

Quando eu fui pro site da TMJ, o simbolozinho do preview mostrava Quim dando um colar pra Magali. Ao ver o Quim, eu já fiquei com um mal-pressentimento. Edição focada na Magali e no Cascão, Quim aparecendo...

Esse simbolozinho ;)
Aí eu cliquei no preview e a única coisa que a história me trouxe até agora foi que provavelmente teremos Cagali (Cascão e Magali), o pior casal de todos os tempos, na edição. Não vou falar meus motivos pra odiar com todas as minhas forças o casal, mas sim dizer que estou bem envergonhado por provavelmente não gostar da edição só por causa de casal (desculpaí, Petra, sei que o roteiro vai ser ótimo, como sempre), e finalmente entendo os cebônicos que não gostaram das eds. 68 e 69 (aliás, eu também sou cebônico, mas eu não odeio o casal Docônica, até acho meio fofo, mas com Cagali a coisa é com ódio mesmo :v).

E pra zoar com tudo ainda é aniversário de namoro de Magaquim, numa edição que pode ser que eles terminem, fala sério.

E, convenhamos, eles já tiveram seu espaço na ed. 67 e não ficaram juntos, agora pra que isso? Se fosse assim, juntava desde "Par perfeito" e não agora, além do mais duvido que a Magali ficaria com o Quim se estivesse gostando do Cascão. O Cascão não, porque eu não espero mais nada dele (que, dos cinco protagonistas, é o que eu mais odeio), mas, tipo, eles até tentaram na ed. 67, E NÃO DEU CERTO, pra que isso agora?

Quem disse que é pra conseguir? =v
#EnforcaCascuda

Agora, pulando essa parte de desabafo e indo para a parte boa, saiu a sinopse do primeiro capítulo da segunda temporada da SuperSaga do Fim do Mundo! \o/ \o/


E a história vai ser de três partes! \o/ Só não tô com ansiedade infinita porque a edição vai ser focada no Cascão (só vai dar Cascão nos próximos meses, porcaria =P), mas realmente gostei bastante da sinopse! Afinal, eu NUNCA esperaria algo assim! E ainda temos a volta de vários personagens, como Sofia, Penha e Betão (é esse do lado da Denise, o ex-namorado da Xabéu e irmão da Melissa; ele é negro, mas erraram aí no preview).

E começaram os teasers da ed. 90, com essa sinopse sendo o primeiro. Eu tava realmente com muitas saudades desse clima de teasers, teorias... Ainda mais agora que é a abertura da segunda temporada! \o/

E acho que era isso que eu tinha pra falar, até amanhã, com a abertura do Melhores TMJ 2015!

sexta-feira, 25 de dezembro de 2015

quinta-feira, 24 de dezembro de 2015

Crônica: O Sumiço do Cascão

Para encerrar as postagens sobre o sumiço do Cascão, confiram a crônica que o Mauricio escreveu sobre esse desaparecimento:

Foi uma primavera de muita chuva em São Paulo, muitos anos atrás.
Talvez já fosse obra do “El Niño”. Mas os satélites, naquele tempo, ainda não rastreavam a temperatura das águas do Pacífico para nos prevenir contra tempestades e enchentes.
E era água caindo, rios transbordando, a cidade afogada…
E eu desenhando tiras de histórias em quadrinhos para o jornal Folha de São Paulo.
Todo dia uma piada, com a alegre turminha – Cebolinha, Cascão, Mônica, Magali – e outros coadjuvantes, vivendo e brincando nas historietas.
Até que me toquei.
O Cascão não poderia estar satisfeito com aquela chuvarada toda. Afinal, com sua tradicional aversão à água, era até estranho que ele não faltasse um dia sequer ao
“trabalho”.
E resolvi que a estação chuvosa merecia um gesto de protesto: o Cascão sumiria das historinhas.
E assim foi.
Durante uns dias a turminha até que se virou muito bem sem ele. Até que em uma determinada tira, depois de mencionarem e estranharem o sumiço do amiguinho, “acharam” um bilhete de despedida. E no bilhete, a razão do desaparecimento: as chuvas torrenciais.
Foi então que me veio a idéia de estender o drama do sumiço, nas próprias tiras, com os demais personagens participando de uma espécie de busca.
Todos tentando descobrir onde o Cascão estaria escondido.
E foi um gostoso exercício de assumir os personagens nas suas fantásticas e criativas buscas.
Até que começaram a chegar cartas de leitores, interagindo com a situação.
Também queriam participar das buscas. E enviavam sugestões sobre lugares e motivos para o Cascão estar aqui ou ali.
Eram cartas às dezenas, que chegavam de todos os cantos do país, merecendo atenção e resposta.
Mas eu ainda não tinha um serviço especializado para administrar o fenômeno crescente.
Passei a publicar, num cantinho da tira, os nomes dos remetentes, com suas cidades.
E com isso as cartas passaram a chegar em maior quantidade.
Desculpei-me “no ar”, ou seja, nas próprias tiras, por não poder responder a todos e prometi que o Cascão estava se preparando para reaparecer.
Afinal, cá entre nós, as chuvas já haviam amainado e eu nem me dera conta, afogado na correspondência.
Mas o reaparecimento do Cascão teria que ser em grande estilo. À altura do movimento que o seu sumiço tinha gerado.
Pensei em montar um show, com os personagens ao vivo (artistas com máscaras da turma da Mônica), em algum ponto de São Paulo, recebendo o Cascão.
Mas onde, como, quando?
Milhares de cartas cobravam essa informação.
Temi uma “enchente” pior do que a das águas, com crianças se acotovelando para chegar perto do personagem e correndo riscos.
Tinha que encontrar um meio de atender ao público e fazer o Cascão voltar em perfeita segurança… para todos.
Planejei a chegada para uma manhã de domingo, no distante Centro Campestre do SESC, adiante de Santo Amaro, bem longe do centro da cidade. Para dificultar, mesmo.
E para evitar uma enchente incontrolável de público, o anúncio do local onde o Cascão reapareceria só foi publicado no mesmo dia do reaparecimento, no suplemento
infantil da Folha.
Artistas devidamente treinados, travestidos de Mônica, Cebolinha, Magali, esperariam num campo de futebol, próximo da entrada do Centro, um helicóptero cedido pela
TV Bandeirantes, de onde o Cascão desceria, alegre, feliz com o reencontro, debaixo de um sol providencial.
E tudo foi acontecendo conforme o planejado.
Menos no tocante ao público.
Mesmo avisados pouco antes, milhares de leitores saudosos do Cascão deram um jeito de aparecer antes das 10 da manhã e “inundar” o Centro Campestre.
Houve necessidade de se improvisar cordões de isolamento, a toque de caixa, para que o helicóptero pudesse descer no campo. E desembarcado o Cascão, num momento até emocionante, outro “drama”. O campo foi tomado pelos fãs e cadê espaço de manobra
para o helicóptero decolar?
O jeito foi os personagens puxarem o povo, numa alegre passeata, para a sede do Centro e assim desimpedirem o campo.
Seguiu-se um show alegre, com a turminha cantando e dançando seus temas musicais. E uma lembrança gostosa para quase 10 mil pessoas que acordaram mais cedo e foram mais espertas para rever o personagem fujão.

domingo, 20 de dezembro de 2015

sexta-feira, 18 de dezembro de 2015

E descobriu onde o Cascão estava

Depois de amanhã, não perca a conclusão!



TMJ 89: Sangue Fresco

Hoje saiu a capa da TMJ 89! Temos Mônica (???), Cascão e um vampiro nela, além do título "Sangue Fresco". Agora, essa capa me lembrou a da TMJ 85... =v Mas tá bem melhor, né?

Ainda bem, pelo menos, que não temos nenhum indício de Cagali-pior-casal-do-mundo nela! \o/ Aleluia! \o/ \o/ \o/ \o/

Nem vou ficar com essas expectativas de "não tem Cagali-pior-casal" porque se tiver a minha reação não vai ser nada boa. Agora, se eu chegar à página 124 e não tiver esse casal, eu acho que eu pulo de alegria, sério...

E quando o preview lançar enfim teremos o primeiro teaser da saga da volta da Penha!!! \o/ \o/ \o/ \o/

Ah, e ainda hoje tem mais sumiço do Cascão! =D

sábado, 12 de dezembro de 2015

Até que chegou um bilhete misterioso

Depois de mil séculos, de volta com as tirinhas do sumiço do Cascão! Depois de amanhã, saiba o que diz o "bilhete misterioso"!


 

quinta-feira, 10 de dezembro de 2015

Para quais casais eu torço?

Nesse post eu vou fazer uma lista dos casais que eu torço na Turma da Mônica e Turma da Mônica Jovem, e já vou avisando que sou BEM adepto aos casais clássicos, tá? :v Tirando Titi & Aninha e Astronauta & Ritinha, eu acho...

1. Mônica e Cebolinha

Sempre gostei desse casal. Claro que na infância ele não era muito agradável, mas acho que amadureceu um pouco quando cresceu. Depois deu uma recaída (e virou um chato #prontofalei), e a Mônica fez a escolha certa na edição #69. Além do mais, se o Cebola dissesse 'Mônica, eu fiquei muito triste quando você beijou o DC. Eu quero namorar com você, quero deixar de lado essa ideia de te derrotar, e prometo que vou ser alguém melhor do que eu estava sendo'. Se ele tivesse dito isso, provavelmente a Mônica iria escolhê-lo. Ou seja, a culpa foi de quem? Do Cebola! Mas acho que ele amadureceu agora e tá tentando voltar pra ela, mas ao ver que não vai dar mesmo certo ele decidiu que pode, talvez, seguir enfrente (com Nadine, talvez). Mesmo assim continuo torcendo pelo casal, espero que eles fiquem juntos.

Nota: Eu também torço um pouquinho para Mônica e Luca (isso na Turma Clássica), porque eles eram realmente muito fofos juntos, os dois se gostavam de verdade! =3

2. Cascão e Cascuda

Na infância, esse casal era uma coisa muito linda, os dois viviam juntos, ela aturava o fedor dele, ele tentava diminuir o fedor pra ela... E ele tomou banho por causa dela! TOMOU BANHO! Quer prova de amor maior que essa? Vindo do Cascão? "Ah, mas a Cascuda tá uma chata ultimamente e o namoro deles anda cheio de problemas". Se anda cheio de problemas, por que eles ainda estão juntos? Porque eles se amam! Se não se amassem, já teriam desmanchado o namoro há séculos, por conta dos problemas! Apesar disso, acho que o Cascão está desenvolvendo uma leve paixão pela Magali nas últimas edições (ah, como em odiei com todas as minhas forças aquele coraçãozinho na edição 85). Mas não amor. Uma leve paixão (algo beeeeeeeeeeeem diferente).

3. Magali e Quinzinho

O que falar desse casal? O mais fofo de toda a história da Turma da Mônica! Quer dizer, tá bom, o Quim não deve ter um pingo de autoestima, mas a Magali bem que podia ajudar um pouco? Dizer 'Quim, tá tudo bem, você não precisa ficar se desculpando... Eu tô aqui pra te ajudar' ou até ser um pouco mais firme, porque ele não é feito de papel higiênico molhado, né? Bom, boa parte dos que torcem para o pseudo-casal Cagali dizem que "ain, a Magali só tá com o Quim pela padaria". Sendo que VÁRIAS histórias da Turminha provam o contrário (quer exemplos? 'Pão, pão, beijo, beijo' da Magali #49, de 1991 e 'Quinzinhos ou pãezinhos?' da Magali #396, de 2006). O Quim leva numa boa o fato da Magali gostar mais de comida do que dele, assim como a Magali leva numa boa o fato de o Quim ter tarefas a cumprir na padaria.

4. Chico Bento e Rosinha

Esse casal, o que dizer... É um dos mais fofos da Turma da Mônica! Que eu saiba, foram os primeiros que começaram a namorar 'oficialmente'. Tá certo, o Chico mentia pra ela, mas, gente... ele era uma criança! E sempre tentava de tudo para chegar no horário certo nos encontros e tudo o mais... Aguentava ter que passar vergonha em eventos por ir com a namorada... Isso quando criança, agora moço ele melhorou bastante. Quer dizer, menos na edição #20, mas eu prefiro pensar que essa edição foi um sonho mesmo e a imagem dele e da ChatAlisande foi uma alucinação #prontofalei². Não sei como o Mauricio aprovou essa história, mas anyway (pra mim foi a pior do Chico Moço).

5. Denise e Xavecão

Esse casal foi um que foi me conquistando aos poucos, só depois de ler a edição #79 eu comecei a gostar bastante do casal (convenhamos que o choro da Denise na edição 78 foi uma grande influência pra eu começar a torcer). A Denise ama o Xavecão, e não é (só) pela aparência. É porque ele é destemido e tal. Não entendo essas pessoas que torcem pra Denise e pro Zeca, ele é um tremendo de um machista e de um chato, como bem disse a Mônica na página final da edição #84.

6. Xaveco e Denise do Futuro

Claro, também torço pelo casal 'oposto' a Denise e Xavecão: Xaveco e Denise do Futuro! É um casal bem imaginário, ok (não sabemos NADA da vida amorosa do Xavequinho), mas acho que eles se dariam bem (depois que descobrirmos o que houve com a Denise do Futuro, né...). Enfim, um casal muito legal que eu acho que se daria bem.

7. Aninha e aquele lá da edição 86

Acho que não tem o que explicar, né? A Aninha bem que merece ser feliz com outra pessoa (não que ela precise, mas se ela quiser... acho que vocês entenderam).

8. Titi e o pano de chão

Enquanto a Aninha merece ser feliz com outra pessoa, o Titi não! Diferente do Cebola, ele era BEM machista e não amadureceu NADICA DE NADA. Então, acho que a alma gêmea dele seria o nosso amigo pano de chão.

9. Vespa e Fran

Eu morro de pena do Vespa sempre que ele aparece, sério (especialmente na edição 16!). O coitado bem que poderia ter uma chance, agora que ela percebeu que não vai conseguir se relacionar com o Chico... E, por favor, #VoltaPetraLeãoNoChicoMoço, as histórias dela eram as melhores! :/ (não que Wagner e Cassaro não sejam bons, mas acho que as histórias delas tinham um quê de 'realidade', que era a proposta do Chico Moço mesmo).

10. Xabéu e Zé Luís

Só comecei a torcer por causa de uma HQ da turminha onde ele tava apaixonado por ela! XD Simplesmente ODEIO Xabéu & Astronauta (que devia disputar o pano de chão com o Titi), mas anyway eu acho que ainda vão desenvolver esse casal (para o qual eu não torço nem um pouco!)...

Acho que eram esses que eu queria falar, talvez eu ainda volte pra falar de outros! ;)

terça-feira, 8 de dezembro de 2015

TMJ 88 e CBM 27

Hoje eu li as histórias Somos Todos Nerds e O Irmão do Chico. Uma muito legal (sério, eu gostei MUITO!) e a outra bem mais ou menos, fraquinha. Obs.: contém SPOILERS!

A ed. 88 da TMJ foi realmente muito boa, eu já tava esperando algo assim mesmo! Roteiros do Flávio geralmente são muito bons, esse foi tipo no estilo da ed. 7 do CBM (também muito boa). Gostei da participação da Denise, do Xaveco e do DC (ele teve até cena pós-créditos!), além do pai do Cascão e do Sidão, claro. Fiquei morrendo de pena do Cascão quando eles perderam o concurso porque o pai dele falou algo errado na hora errada. Mas tranquilo, não gosto do Cascão mesmo... =v

Nessa edição, como a página da TMJ mostrou, rolaram uns momentos 'casaizinhos' de vários casais (Mônica e Cebola, Mônica e DC, Magali e Xaveco oi???, Denise e Xaveco e o pior casal de todos, Cascão e Magali #magaquim #cascudão). Agora, falando sério... de todos esses casais, apenas UM está junto, que é Mônica e DC. Acho que era melhor mostrar esses momentos apenas com casais que estão juntos ou em que nenhum dos dois está comprometido (como Denise e Xaveco). E apesar de ser contra porque pode dar esperança falsa pra alguns Cebônicos, adorei muito os momentos de amizade (sim, APENAS amizade) entre Mônica e Cebola, e adorei o jeito como ela derrotou o Tonhão.

Também gostei do jeito como eles se encontraram, do Cebola todo apaixonado pegando autógrafo pra Mônica e ela tentando vencer o jogo pra dar uma prova de amizade pra ele, realmente muito bom. E o que dizer da cena pós-créditos? Agora eu quis matar o DC com aquela camiseta, mas que seja, ele é o DC. E como assim "Comic Con só ano que vem" se aquele tinha sido só o primeiro dia? Ok, deixa... Enfim, toda a edição foi muito boa, com apenas alguns furos, e os desenhos estavam ótimos!

[Nota: alguém mais morreu de rir com o melhor casal de todos, Denise e o unicórnio? =v]

Roteiro: 9,7
Desenho: 9,7
Média Final: 9,7

Cebônica e Xavenise <3       Cagali :P :P :P
Já a CBM 27 eu achei meio fraquinha, sem nada de muito interessante e, mais uma vez, a solução foi algo meio científico... saudades da CBM no começo, com edições do Flávio mostrando um cotidiano engraçado e da Petra mostrando assuntos sérios, como a história da Anna (a última vez em que eu ouvi falar dela foi na edição 22, e foi só em duas falinhas, sendo que em uma delas eu nem notei quando lia pela primeira vez... :P). Bom, anyway, a história não foi ruim, mas fraca. Pelo menos deixou uma brecha pro futuro, que, SIM, eu acho que deve ser abordada. Ou ao menos mencionada, sei lá. Entããão...

Roteiro: 7,3
Desenho: 8,8
Média Final: 8,1


Sobre as tirinhas do sumiço do Cascão... a partir do sábado teremos posts que sairão de dois em dois dias com elas... ;) Não perca! =D

sábado, 5 de dezembro de 2015

'Coleção Histórica' é cancelada #VoltaColeçãoHistórica


Depois do cancelamento de Tina e Coleção Histórica Pelezinho, achei que estávamos livres de que isso acontecesse com outras publicações. Mas parece que não! Segundo o Planeta Gibi Blog, a 'Turma da Mônica - Coleção Histórica' TAMBÉM FOI CANCELADA!

Era um dos melhores títulos da MSP, depois da TMJ e CBM, o melhor, pois mostrava histórias da verdadeira era de ouro da MSP, sem a preocupação de deixar tudo 'politicamente correto' e tal. Realmente, eu acho que pelo menos deviam relançar a publicação de forma digital, porque era muito boa!

#VoltaColeçãoHistórica
#VoltaColeçãoHistórica

#VoltaColeçãoHistórica
#VoltaColeçãoHistórica
#VoltaColeçãoHistórica
#VoltaColeçãoHistórica
#VoltaColeçãoHistórica

sexta-feira, 4 de dezembro de 2015

Graphic MSP 'Turma da Mônica - Laços' vai virar filme live-action

Sim, é isso aí! Há uma semana Sidney Gusman havia anunciado que uma novidade ia ser anunciada hoje! E é essa: 'Laços' vai virar um filme, em live-action! \o/ \o/ \o/

Poxa, seria tão legal se as ‪#‎GraphicMSP‬ virassem filme, né... que bom que isso vai virar realidade! <3

Anunciamos agorinha na CCXP - Comic Con Experience que "Turma da Mônica - Laços" em breve entrará para o time dos longa-metragens live-action da nossa casa! Lágrimas de emoção caindo em 3, 2, 1... #‎MSPnaCCXP‬

https://www.facebook.com/sidney.gusman/videos/899538273448027/?pnref=story


segunda-feira, 30 de novembro de 2015

Preview da TMJ 88

Saiu o preview da TMJ 88 e fiquei um pouco decepcionado porque pelo jeito a edição vai ter foco no Cascão, que dos cinco protagonistas, é o que eu menos gosto.

E pelo menos teremos acompanhamento nas referências, porque eu sou nota zero nesse quesito, então acaba sendo bem melhor. Ah, e a história também terá o Do Contra (ou seja, ele já saiu do hospital mas já?) e o pai do Cascão, além de uma participação da avó do Cascão.

Sobre o "Na próxima edição..." eu taba morrendo de expectativas porque ia ser a saga da Penha, mas no fim acabou não sendo (ela vai sair só a partir da edição #90). Ah, pelo menos é uma edição da Petra! E Cascão e Magali são os protagonistas! \o/ Preferia que fosse só a Magali, mas anyway...


Só, pelamor, espero que não tenha Cagali nessa edição e never, please! Magali e Quim são ótimos juntos, e Cascão e Cascuda também. Se o Cascão é relaxado com a Cascuda, imaginem com a Magali, que não consegue cobrar do Quim! E para os que querem ainda Quim e Cascuda, imaginem: o coitado do Quim, com a Cascuda brigando! Era melhor os roteiristas focarem no amadurecimento dos quatro e esquecer de vez que já foi cogitado que Cascão e Magali poderiam ser um casal... Bom, essa é a minha opinião.

Confiram a sinopse:

"Quando um novo energético causa estranhos efeitos na Turma, Cascão e Magali se unem para resolver este mistério."

quinta-feira, 26 de novembro de 2015

"O Caso dos 10 Porquinhos"

Post por: Arquivos Turma da Mônica

Dia 25 de novembro é o aniversário do Cascão. Em homenagem à data, mostro uma história que envolve um grande mistério que aconteceu em um aniversário dele. "O caso dos 10 porquinhos" tem 10 páginas e foi publicada em 'Cascão nº 42' (Ed. Globo, 1988).

Capa de 'Cascão nº 42' (Ed. Globo, 1988)

Começa com o narrador avisando que um suspense e mistério estava ocorrendo em uma terrível festinha de aniversário. Era o aniversário do Cascão e seus pais e os seus amigos estavam lá comemorando, no total de 10 pessoas. 

Então, o Cebolinha entrega ao aniversariante um presente em nome de todos, que foi uma vaquinha entre eles. Tratava-se de 10 estatuetas de porquinhos, que o Cascão adorou e colocou logo na cômoda para enfeitar.


Chega a hora de comer o bolo e o Cascão comenta com o Cebolinha que estava tão feliz que até participaria de um plano infalível contra a Mônica. Só que, foi apenas o Cascão fechar os olhos, que, de repente, Cebolinha some bem na sua frente, deixando o Cascão chateado porque o deixou falando sozinho. Enquanto procura, ele nota que um dos porquinhos que ganhou de presente havia sumido na mesma hora, começando o mistério.

Nessa hora, Mônica aparece e o Cascão fala que uma estatueta e o Cebolinha sumiram, e ainda fala demais que iam bolar um plano infalível contra ela. Mônica fica braba e quando ela ia bater nele, some também de repente e, ao mesmo tempo, outra estatueta some.


Magali e Anjinho também somem, junto com outras 2 estatuetas e, com isso, Cascão, que já estava preocupado, fica desesperado com esses misteriosos desaparecimentos. Então, ele encontra o Franjinha e conta o que estava acontecendo, e o Franjinha comenta que estava parecendo com a história do livro que leu, com a diferença que a cada estátua que sumia, uma pessoa era assassinada. Eles vão procurar a turma, mas quando o Cascão vai olhar que outra estátua sumiu, O Franjinha desaparece também. Nessa altura, só restavam 5 porquinhos na cômoda.


Cascão se desespera de vez e vai procurar seus pais e o Chovinista que sumiram também, restando só 2 estatuetas, representando ele e o Bidu, que se afasta por causa do cheiro do Cascão e acaba sumindo também, restando apenas o Cascão e uma estatueta na casa. Ele tem ideia de fugir, mas a chuva o impede e ele preferiu enfrentar o perigoso assassino a chuva.

Quando chora, raios lá fora e uma batida na porta dos fundos dão um ar mais aterrorizante à história e o Cascão pensa que é o assassino que vai pegá-lo. Fala que não vai ser pego sem luta e arruma uma vassoura pra enfrentar o assassino. Quando bate, viu que era o pai, só que estava todo branco, assim como sua mãe e todos os seus amigos que estavam juntos e o Cascão pensa que viraram fantasmas.


A partir daí, o mistério é desvendado. O fermento do bolo estava estragado e deu dor de barriga em todo mundo e todos que tinham que correr às pressas fazer fila no banheiro e o Cascão não os procurou lá. E as estatuetas sumiam porque o Chovinista pegava uma a uma com a intenção de quebrá-las porque estava com ciúmes.

Mistério resolvido, a festa continuou, mas Cascão e Cebolinha acabaram apanhando da Mônica no final pela tentativa de bolarem plano infalível contra ela, terminando assim a história incrível.


É uma história de qualidade, parodiando a história do livro "O Caso dos Dez Negrinhos", da inglesa Agatha Christie, contada ao modo da turminha. Legal o narrador no início recomendando que se a pessoa é sensível, que pule para a história seguinte, ou que evitem chiliques pra não atrapalhar quem está lendo. Uma boa sacada.

Os traços são excelentes, as expressões do Cascão emocionado ao ganhar o presente e ele desesperado são ótimas. Muito bom a hora em que o Cascão preferir ficar em casa, já que a chuva é mais aterrorizante do que um assassino. Muito engraçado. E adoro também o Cascão desesperado e falando sozinho. Histórias dos personagens falando sozinho costumava ser ótimas mesmo. Na postagem, coloquei a história completa.


Curiosamente, nessa história, o Cascão fazia aniversário em agosto, quando a revista foi lançada em 1988. Nessa época em que ela foi publicada, os personagens não tinham data de aniversário definida e em qualquer mês e edição podia sair história de aniversário, quando bem entendessem, já que histórias assim saiam só de vez em vez em quando e raro em histórias de abertura, como essa. Foi a partir de 1994 que os personagens ganharam uma data fixa de aniversário e, desde então, em todos os anos têm histórias de aniversário em seus respectivos meses.