segunda-feira, 29 de setembro de 2014

Parceiros

Agora, o blog está fazendo parceria!

Nosso banner é esse:

<p align="center"><a href="espacomauriciodesousa.blogspot.com" target="_blank"><img src="http://1.bp.blogspot.com/-d4X50kpWhSM/VCl0PaeeNXI/AAAAAAAAFh8/g3l03vJ_vZg/s1600/%23Espa%C3%A7oMauriciodeSousa.png" border="0" /></a></p>

O novo #EspaçoMauriciodeSousa!

Desde o início do blog, no começo do ano, apenas fazendo críticas para a TMJ, ele ganhou um estilo. Logo, o estilo mudou, ganhando um visual de "site". Mas... Qual seria o estilo certo?

Como já visto na TMJ 41 - "Cascão, o mestre do Vulcão", é impossível agradar a todos. Então, que tal agradar a si mesmo?

O administrador da página fez, refez, pensou muito e um estilo iria ser inaugurado no dia 17 (a antiga data, lembram?), mas ele sentiu que não estava preparado e adiou para o dia 29... HOJE! E hoje, inauguramos o novo #EspaçoMauriciodeSousa!

Como estamos entrando em Outubro, o Halloween é o tema. A partir de agora, temos várias novidades: uma página só para as revistas do mês da Turma da Mônica, uma página para as revistas da Turma da Mônica Jovem, e uma para a Tina, as três linhas de revistas da Turma.

Todo o mês, teremos um especial sobre algum tema. Em Outubro, é o especial sobre a Turma do Penadinho. Ninguém vai perder, né?

E aí? Digam: o que vocês acharam do novo #EspaçoMauriciodeSousa?




Confira mais:

domingo, 21 de setembro de 2014

Ranking - Graphics MSP (primeiro ciclo + Bidu - Caminhos)

Aqui deixo um ranking sobre as Graphics MSP já lançadas - as do primeiro ciclo mais "Bidu - Caminhos". Abaixo o ranking:

Vencedor: Turma da Mônica - Laços (Vitor Cafaggi e Lu Cafaggi)


1) Turma da Mônica - Laços, por Vitor Cafaggi e Lu Cafaggi - A trama é emocionante e foi realmente clássica, dando um tom de nostalgia e de "classicismo". Foi uma grande trama, que ganha nota 9,6.

2) Piteco - Ingá, por Shiko - A história do Piteco foi muito bem elaborada, e se passa no futuro das historinhas dos gibis, com direito a um beijo da Thuga e Piteco e reunião das aldeias de Lem, Tigre e Ur. Nota 8,9.

3) Bidu - Caminhos, por Eduardo Damasceno e Luís Felipe Garrocho - Uma trama emocionante, assim como Laços. Os balões de fala ficaram lindos, e a arte também. Mais sobre a Graphic aqui. Nota 8,3.

4) Astronauta - Magnetar, por Danilo Beyruth (cores de Cris Peter) - Astronauta vive uma grande aventura no espaço, muito filosófica - e que conquistou o público, mas a mim não. A nota é 7,7.

5) Chico Bento - Pavor Espaciar, por Gustavo Duarte - Chico Bento, Zé Lelé, Giselda e Torresmo são raptados por alienígenas e Zé e Torresmo trocam de corpo. A história é fraca, traz tramas sem importância, é quase-muda e tem a ausência de personagens importantes, como a Rosinha. A nota é 5,0. Chico merecia mais.

E este é o ranking, pessoal! O que acharam? Concordam? Discordam? Comentem!


Turma da Mônica Extra nº13


Nas bancas, "Turma da Mônica Extra Nº 13" com a Vó Dita e nessa postagem comento sobre essa edição. 

Essa edição continua sem propagandas internas e custando R$ 3,20, e, com isso, é a revista mais barata da MSP atualmente. Chegou com um atraso de 4 meses, visto que a data original era de maio, conforme consta no expediente, e só chegou nas bancas em setembro. Não dá para entender um título chegar tão atrasado como foi esse, para ver como anda péssima a distribuição da Panini. Mesmo com atraso, as propagandas da página 2 e da contracapa foram atuais, mostrando os lançamentos de "Graphics MSP - Bidu Caminhos" e "Turma da Mônica Jovem # 74", de agosto e setembro, respectivamente. Provavelmente mudaram de última hora esses anúncios. 

A vó Dita é avó do Chico Bento, mãe do pai dele, o Seu Bento. Foi inspirada na avó de verdade do Mauricio de Sousa, de mesmo nome. Sua principal característica é contar histórias para o seu neto Chico Bento ou também para outras crianças da Vila Abobrinha. Essas histórias são baseadas no folclore brasileiro ou reais, baseadas na sua experiência de vida, repletas de sabedoria e com uma lição de moral para refletir no final. 

Quando o protagonista da história é criança, costuma ser o Chico Bento e seus amigos representando os personagens da sua histórias. O Chico pensa que tudo é imaginação da Vó Dita, mas no final é revelado para os leitores que realmente aconteceu no passado, mostrando a Vó Dita conversando com o personagem de quem ela contou. Até quando as histórias são sobre folclore também são verdadeiras. 

Algumas eram emocionantes, outras bem sinistras também, envolvendo pacto com diabo e o sobrenatural, e estas também aconteceram, mostrando os personagens no final. Há também histórias com ela só participando das histórias do Chico mesmo e dando conselho rápido. Não gostava muito da Vó Dita quando criança, não entendia muito as mensagens que queria dizer e achava sem graça. Depois de adulto, que passei a entender, mas mesmo assim prefiro as histórias divertidas.


Então, essa edição "Turma da Mônica Extra Nº 13" tem 12 histórias republicadas com a Vó Dita no total, incluindo a tirinha final  Prevaleceram histórias simples com a Vó Dita participando ou no início ou no final e infelizmente apenas 4 foram com ela contando histórias para o Chico. 

As histórias são da Editora Globo entre 1991 a 1994, mas teve uma de 1 pagina da Editora Abril, publicada originalmente em Chico Bento # 3, de 1982. Aliás, quase todas as histórias haviam sido republicadas no 'Coleção Um Tema Só # 48 - Chico Bento: Histórias da Vó Dita' (Ed. Globo, 2005). Apenas essa da Ed. Abril, além de "A vingança do peixe", de CHB #124, de 1991 (em que o Chico se engasga com uma espinha de peixe e o Zé Lelé tenta tirar), e "A importância de uma flor", de CHB # 125, de 1991 (em que conta a história de uma menina que cultivava flores), que não foram. Então, quem tem aquela edição, conhece as histórias também.

O gibi abre com a história "Chico Bento e o nome" (CHB # 144, de 1992), que mostra como foi o nascimento e a escolha do nome do Chico Bento. A intenção era os pais colocarem o nome dele através do santo do dia, mas como ele nasceu no "Dia de Todos os Santos", os pais e a Vó Dita procuram outros meios para escolherem um nome para o bebê. Um detalhe nela é que o seu Bento chama a Vó Dita pelo nome, e não de mãe.

De curiosidade, essa história é de uma época em que os personagens não tinham datas fixas de aniversário e qualquer data podia ser a de aniversário. Então, só nessa história, o Chico Bento nasceu dia 1º de novembro, e atualmente ele faz aniversário em 1º de julho. Porém, apesar da história falar de "Dia de Todos os Santos", o gibi original foi de julho de 1992, e, com isso, dá para notar que as histórias não tinham coerência com o mês corrente. 

A "Perigo na xícara chá" (CHB # 113, de 1991) é simples e interessante. Nela, a Vó Dita não vê um futuro  bom para o Chico na xícara de chá, mas não diz para ele o que é, e ele fica encucado com isso. 

Trecho da HQ "Perigo na xícara de chá" (1991)

O gibi encerra com a história "Chico Malasarte" (CHB # 132, de 1992), que conta a história de um menino que perdeu tudo e ficou só com a porta velha da casa e a companhia de um urubu e faz um plano para comer na casa de uma mulher que regula comida até para o marido.

Sobre as terríveis alterações em relação às originais, infelizmente tiveram algumas. A primeira foi logo na primeira página da história de abertura. Na original, o Seu Bento estava com um cachimbo na mão, e agora tiraram. Nas histórias atuais, cigarros, cachimbos, charutos estão proibidos e, então, eles alteram isso nas republicações dos almanaques. E nesse não foi diferente. Abaixo a comparação:

Trecho da HQ "Chico Bento e o nome", tirada
de 'Chico Bento # 144' (Ed. Globo, 1992)


Trecho alterado da HQ "Chico Bento e o nome",
tirada de 'Turma da Mônica Extra Nº 13'

Ficou tão mal feito que a gente sabe que ele está segurando alguma coisa ali e que foi apagado. Lembrando que as histórias com a Vó Dita com cachimbo não foram alteradas, e, com isso, nas que ela aparece sem o cachimbo, eram assim mesmo nas originais, mas foi falado no frontispício que "isso é folclore", ou seja, não existe nas histórias atuais.

Outra alteração, segue essa ideia também, só que aí tiraram o cachimbo do Saci na história "Quem canta" (CHB # 143, de 1992), em que o Chico canta para as assombrações ao voltar para casa, seguindo o conselho da Vó Dita. Acho absurdo isso, porque faz parte da cultura brasileira o Saci fumando cachimbo e agora a MSP tira, sem mais nem menos. Até na capa, ele aparece sem. Abaixo, a comparação dessa história:

Comparação da HQ "Quem canta": saci sem cachimbo na reedição

Na história de 1 página, tiveram mudanças. O caipirês em 1982 era diferente do que o atual em algumas palavras. Com isso, eles mudaram as palavras "melhor" e "de". Na original, a Vó Dita falava "mió" e "de" e nessa republicação mudaram para "mior" e "di", respectivamente. Não gosto quando muda o caipirês porque descaracteriza a linguagem da época. Abaixo, a comparação da palavra "mió" nessa história:

Comparação da HQ de 1982: alteração do caipirês na palavra "mió"

Em "Vó Dita sabe das coisas" (CHB # 158, de 1993), em que a Vó Dita conta para o Chico e o Zé Lelé a história de uma bruxa que transformou em sapos dois garotos que roubavam suas goiabas, trocaram o tempo inteiro a palavra "roubar" para "pegar". 

Em uma época que não tem mais bandidos nos gibis, a palavra "roubar" também está proibida atualmente. Ou seja, agora eles não roubam mais goiaba do Nhô Lau, e, sim, pegam as goiabas. Fica até estranho vendo a comparação, o Zé Lelé falando que roubada pegada é mais gostosa. Ridículo. Isso sem contar também a mudança de novo no caipirês, alterando de "memo" na original, para "mermo".  Lamentável.

Comparação da HQ "Vó Dita sabe das coisas": palavra "robada" alterada

Lembrando que na original, o Nhô Lau não aparece de trabuco e, logo, isso não foi alterado dessa vez. Porém, corrigiram erros de colorização. Na época, o Zé Lelé apareceu de cabelos brancos nas últimas páginas depois da história contada pela Vó Dita e agora corrigiram isso, assim como a camisa dele que apareceu branca na primeira página e agora corrigiram para rosa.

Trecho da HQ "Vó Dita sabe das coisas", tirada de 'Chico
Bento # 158' (Ed. Globo, 1993)


Trecho alterado da HQ "Vó Dita sabe das coisas",
tirada de 'Turma da Mônica Extra Nº 13'

Então, esse gibi vale para quem gosta da Vó Dita e conhecer um pouco das suas histórias. Para quem tem os gibis originais ou o 'Coleção Um Tema Só # 48' de 2005 pode não valer tanto, já que a maioria das histórias são as mesmas. Se não fossem as alterações toscas ficaria melhor.

terça-feira, 16 de setembro de 2014

Graphic MSP Bidu - Caminhos

Nessa postagem comento sobre a Graphic MSP "Bidu - Caminhos" lançada em agosto pela MSP.

A história, escrita por Eduardo Damasceno e Luís Felipe Garrocho, conta como Bidu e Franjinha se conheceram. A trama e a arte são lindas e emocionante.

Mas há um porém: Sidney Gusman deu um desafio à dupla de criadores: as falas dos cachorros deveriam ser em forma de desenhos. Ponto negativo. Até que ficou legalzinho, mas seria muito melhor com falas. Algumas falas nem deu pra entender direito.

A forma como os autores trabalharam com os balões de fala dos humanos foi ótima. As onomatopeias nem tanto, porque elas eram tão "cenário" que às vezes não dava para lê-las.


Além disso, teve a participação especial da Mônica, Jeremias e Titi. Não gostei, porque 1) os desenhos ficaram ruins; 2) o álbum deveria ser só com gente da Turma do Bidu (nem o Franjinha devia ter aparecido. Ele é da Turma da Mônica, ué).

Agora, voltando ao enredo da graphic, é bonito e emocionante, mas eu acho que ficou meio... forçado. Bidu viveu uma "aventura" distinta da história do Franjinha, e nas últimas cinco páginas ia parar na casa dele porque havia um caixote (detectando referências...) com cama e comida dentro. Ficou bem nada a ver. Mas, apesar disso, a cena agradou - e muito. :)

Outra coisa: quem é aquela menina dona do Duque, gente? O Duque é o cachorro do Titi! Bem que a MSP podia ser um pouco mais cuidadosa com essas coisas... Tem milhares de histórias onde o Xaveco diz que não tem nenhum bicho de estimação, sendo que ele tem DOIS (Ximbuca e Zé Esquecido) e o Dudu diz que não tem nenhum, sendo que ele tem o Bufa.

E agora, vamos à análise das edições (créditos ao WoTMJ, que também faz assim):

Pontos positivos:

. A arte dos cachorros, do Franjinha, da sua mãe e do cenário (além da dona do Duque e dos figurantes) tá linda
. A referência à primeira tira do Bidu
. As cenas com Franjinha vendo Bidu na rua e sua mãe achando que não era nada. Foram lindas :)
. O "protótipo" do Franjinha
. Os balões de fala

Pontos negativos:

. A dona do Duque. Ele tem um dono, o Titi
. O álbum é da Turma do BIDU, e não devia ter as aparições dos personagens da TM (só o Franjinha e sua mãe, no caso)
. A arte do Jeremias, Titi e Mônica
. O Bidu todo desconfiado do Rúfius

A nota geral é 8,3.

segunda-feira, 15 de setembro de 2014

Crítica - Turma da Mônica Jovem: o namoro de Mônica e Do Contra

Desde a edição 68, quando se fala em TMJ é impossível não lembrar que, agora, Mônica largou o Cebola e está com DC. Eu acho que isso está ficando irritante.

Já foram seis edições só falando disso. Claro, algumas tiveram temas diferentes, mas o "fundo" da história é sempre o mesmo: Mônica, Cebola e DC. Por exemplo, a edição 70 "a história é sobre o Fofenho, não sobre a Mônica e o DC". Óbvio que essa história foi criada para ver como estava a relação de Mônica e DC, como ela andava. A trama do Fofenho só foi criada porque ia ficar muito chato ver a relação de um casal, que, pelo que mostrou nessa mesma edição, é chato.

Bom, mas vamos à crítica. Primeiro, falando do Cebola. Ele realmente foi chato. Vamos relembrar?

nº43 - Tesouro Verde (Parte 1) - a primeira edição da "nova fase do Cebola". Ele foi chato mesmo fazendo a Mônica brigar com o Safiri.
nº47 - Bem-Vindos ao Japão - olha, não é só porque eu quero que a Mônica e o Cebolinha fiquem juntos, mas acho que, apesar da atitude dele, ele estava certo em reclamar. O Tikara e a Keika levavam todos em lugares que eles não queriam ir! Tava chato mesmo.
nº54 - Cheia de Onda -  uma das piores edições da Turma da Mônica Jovem. Mas o Cebola vacilou.
nº55 - Meu Futuro - que chato esse Cebola! Nessa edição, ele subestimou a Mônica...
nº59 - Encontro Marcado - vou te dizer, o Cebola foi um chato mesmo! Trocar a Mônica (não só ela, todos os seus amigos) por um game?
nº62 - Campeões da Justiça - disse que "a Mônica não sabe pensar direito". Gente chata é outra coisa, né?
nº65 - A Brigada dos Ossos Cruzados (Parte 1) - ele pagou pau pra Xabéu. Mas como a Petra Leão disse em seu ask, ele só admirava a Xabéu, queria ser como ela, como a Magali falou, até.
nº68 - Jogos Mortíferos - precisa MESMO falar?
nº69 - A Decisão - essa aqui... precisa falar ou querem que eu desenhe?


Então, você namoraria: um cara que olha pra outras meninas, compra flores para elas, subestima você, diz que você não sabe pensar sozinha, te troca por um game, te vê com medo e ri? Não.

Mas e se ele tivesse mudado realmente, pra melhor, e se arrependido dos seus atos? Talvez.

E um cara que, antes do namoro, é "perfeito", mas, no namoro, é chato porque só fica contrariando as coisas de modo incomodativo? Não.

Pois é. Eu, se fosse o Mauricio, colocaria a Mônica e o Cebola juntos depois da edição 34 e seguia para histórias de aventura, como até então estava sendo. Não necessariamente precisava ser em partes, mas alguns elementos precisavam ser seguidos: 1) tirar o foco do casal principal. Magali, Cascão e Chico Bento (se bem que ele nunca apareceu na TMJ, só na CBM...) são parte do quinteto principal (apesar do Chico não aparecer na TMJ, pois faz parte de um núcleo diferente); 2) alternar histórias de aventura, romance, terror, cotidiano e humor. Esses cinco pilares funcionariam muito bem se todos fossem usados moderadamente, e não só romance e cotidiano como estava (e, realmente... ainda está) sendo, com aventuras de vez em quando e terror só em histórias de Halloween.

Mas, já que a MSP já deu esse tiro no pé transformando o Cebola num chato canalha e a Mônica numa ciumenta chorona, acho que esse namoro da Mônica e Do Contra consertaria as coisas. Afinal, o Cebola mudaria se realmente quisesse ficar com a Mônica, e ela mudaria para melhor. A própria Petra falou que "o namoro da Mônica e do DC ainda vai render muitas coisas boas, entre elas o amadurecimento dos personagens". Cebola e Mônica (principalmente ele) precisavam amadurecer.

Mas ia parecer forçado e ia ser muito chato e machista se a Mônica terminasse com o Do Contra só pra voltar pro Cebola. Acho que ela deveria terminar com ele (o que tem 97% de chance de acontecer) por não ser o que pensaram um do outro, e acharem que não vão dar certo. Beleza. Enquanto isso, Mônica e Cebola se acertam como amigos e têm uma conversa franca: Cebola, após ter passado por uma experiência dolorosa, porém boa, amadurece e reconhece que errou com a Mônica, pedindo para que eles voltem a ser amigos, e, se, no futuro, pintar algum clima, e eles se sentirem apaixonados de novo, recomeçar do zero.

E eles, após uma história bem massa com mais um crossover entre a Turma da Mônica Jovem e o Chico Bento Moço, Mônica e Cebola se beijam e começam a namorar, agora recomeçando do zero e vivendo felizes para sempre, com histórias, a partir daí, de aventura, cotidiano, terror, humor e romance, os cinco pilares que, alternadamente, deixariam tudo melhor, além da ciclagem de roteiristas (é horrível um roteirista fazer uma história por mês da TMJ ou CBM mais a Tina todo mês e aí cansa e as histórias dão uma caída), revezando entre a Petra, o Flávio, o Cassaro e o Emerson (e até botando um roteirista novo, por que não?). Não seria legal? Acho que sim.


Já falei tudo que tinha pra falar sobre o namoro em si. Agora, vou falar da escolha do personagem Do Contra para namorar a Mônica.

Não gostei.

Um personagem que tinha tudo para namorar ela seria o Luca, que na infância quase falou para uma "prima" da Mônica (que na verdade era ela disfarçada) que gostava dela e vice-versa (apesar da quedinha pelo Cebolinha ser, claro, bem maior).

Seria legal ver o Luca namorando a Mônica (eu até poderia torcer por esse casal. Gosto muito deles e gostaria que namorassem por um tempo - só que gosto mais dela com o Cebola).

Bom, é isso. Até a próxima!

domingo, 7 de setembro de 2014

Revelações sobre as edições 74 a 78 de Turma da Mônica Jovem

Sim, isso mesmo! Esse ano teremos uma saga de três partes escrita por Emerson Abreu (e com o Cebola como protagonista)! Na trama, Mônica, Cebola, Denise, Xaveco e talvez mais gente irão fazer um trabalho em grupo. Na trama, eles irão a Sococó da Ema (onde fica o sítio do pai do Xaveco) fazer um documentário sobre uma lenda local. Bem aterrorizante, não? E mais: participação especial de 11 personagens novos (dois deles sendo Zé Beto e Crispiano, baseados na dupla Zé Neto e Cristiano).

Na trama, Cebola vai morrer e Denise vai beijar Xaveco! Sim, o casal do século vai se beijar (Mônica e Cebola terminaram, mesmo...). A primeira saga, de três edições, será protagonizada por Cebola e Denise. Depois, teremos, em dezembro e janeiro, uma saga de duas partes trazendo Magali, Cascão, Penha, Denise e Sofia (a Magali e a Penha vão sair no tapa por causa da TMJ 63! Épico!). Mais revelações aqui.

segunda-feira, 1 de setembro de 2014

Magali nº92

Nesta postagem comento sobre o gibi "Magali nº92", lançado em agosto pela Panini. A história de abertura é assinada por Emerson Abreu.

A capa foi bem chamativa, fazendo alusão à história de abertura e à capa da Turma da Mônica Jovem nº51. A história, como o próprio Emerson Abreu disse, é um "prelúdio" à saga Sombras do Passado, publicada em 2012 na Turma Jovem e escrita por ele mesmo, com participação especial da Madame Creuzodete e da LELEALA.

Na trama de capa, Mônica, Denise e Magali vão à casa de Agnes resgatar o Mingau. Olha, apesar da história ser ótima, senti que ficou meio corrida e curta. "Curta? Mas tem 35 páginas e ultrapassa a metade do gibi!" Sim. Curta. Por quê? É que o Emerson cisma de fazer suas histórias com 4 quadrinhos por página e tem menos trabalho e produz mais (sabe como é... roteirista ganha por página). Aí, se fosse redesenhada no formato tradicional, ficaria com umas 18 páginas e olhe lá. Aí, dava pra alongar a trama, que foi resolvida rápida demais. Porém, foi boa.


Agnes, a "dragonete macabra", é produzida pela Denise em cima da Mônica, enquanto Magali resgata Mingau, mas os pais da vilã também estão por ali e prendem as meninas. Agnes quase passa para o lado delas. Quase? Pois é. Mas a vilã consegue soltá-las antes de ter que ir se arrumar (já que Denise a deixou horrível). Então, Denise tem uma ideia: jogar o Mingau nos pais da Agnes, que morrem de medo de alergia e tals, e então, elas conseguem escapar. O único problema é que, aí, a Agnes chega para impedir as meninas de passarem.

Então, a Magali diz que, se a Agnes não mudar, ela vai se tornar um monstro insensível, feito de escuridão, cheio de ódio no coração, igualzinha aos pais (epa, peraí... a Magali leu a TMJ 51 ou tá usando seus poderes?). Mas Agnes não acredita e impede-as de passaram, porém Mônica dá uma coelhada nela e as meninas escapam. Aí, Denise zoa com todas e elas correm atrás dela. Enquanto isso, na casa da "dragonete macabra", Agnes promete vingança contra a turminha. Ela bem que tentou, né... mas quem disse que conseguiu?

Depois, tem uma HQ de uma página do Dudu, que podia muito bem ter saído no gibi do Cebolinha; a HQ do Rolo "Repetitivo", em traços que, particularmente, eu gosto de ver (e a HQ é abaixo da média, porém foi legalzinha); "E se...", da Magali e Dudu, que é mais ou menos, mas foi legal vendo novamente, depois da HQ de uma página, o Dudu mostrando a característica de antítese da Magali; "Uma história misteriosa" do Bidu, que foi a pior do gibi, já que é estranha e; "O que ela desejar eu dou!", do Quinzinho; e "Os papéis de carta da mamãe", que são legais.

A tirinha já lembro de ter visto uma parecidíssima com essa, que foi publicada em Mônica nº200 e republicada na mensal Magali nº10, das Editoras Abril e Globo, respectivamente. Ela foi postada há algum tempo pelo Arquivos Turma da Mônica.


No geral, o gibi foi bom, e vale a pena comprar. Não sei se ainda está nas bancas, mas acho que sim. Então, se você se interessou ou gosta muito da Turma da Mônica Jovem, é melhor correr pras bancas!